terça-feira, 28 de julho de 2009

H1N1

Crise
Gripe
Crendice

Milenar
Cultura popular
Que já não sei explicar

Hoje a tosse é dose
Para aumentar o cofre
De uma cíclica
Agora já explicita
De mais uma era faminta
Que não consegue superar

Mudar
Medicar
Ou rezar

Das três
A sábia resposta
Vem da razão da ocasião de uma revolução
27.08.09- Avião – gol – rio -bsb

Vênus

Há ou Ah!
Outras vidas
Outros seres

Demasiadamente evoluídos?
Exageradamente perversos?

Ah!Vênus
Deusa do amor
Prima da Terra
Primata do horror

Trocadilhos chulos
Dispersos em uma vida
Triste e fugaz

Repleta de agonias
Das injustiças

Injuriada
De perceber homens inumanos
Na animalesca sobrevivência perversa
De um mundo insano

Maciota

Recrudesço no dia a dia
Do tropeço do meu peso
De caminhar nos cactos

Ora talvez se não há esperança
Para a balança do pesar
Apesar dos pesares
Continuo a sonhar

Imagino gaivotas
Na maciota de transformar a natureza
Livre
Claro,
como um pássaro

Reproduzir a arte
A vida
De viver em liberdade

Na igualdade de todos
inorgânicos e orgânicos
Romper todos os engodos

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Seca pura no mergulho dos olhos


No cerrado
Sinto o aroma da maresia


A angústia


Da distância
Da possibilidade
De Mergulhar


Na pura seca e verdadeira
Irreal da ausência
Do hipotético

D`minha alma


Na reinvenção
Da afeição
Pela existência


Do Rio
Ou do lago
Na montanha
Ou no planalto


O aromático lacrimejar dos olhos
Água dos olhos correm
Na tristeza, euforia

Da seca pura nos molhados olhos
Na dialética da existência
Do ser e não ser

Bom senso

Falsidade
Na qualidade
De enganar a realidade

Do bom senso
Do consenso
De enganar a todos

Ora se não há
Possibilidade de mudar a realidade

A verdade
Ora discutida ora negada

Sem relativismos

Não me diga hipocrisias